Mostrando postagens com marcador notícias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador notícias. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Olhos Azuis é destaque no Guia da Semana em Curitiba

Do site Guia da Semana


       Marshall (David Rasche) é chefe do Departamento de Imigração de um aeroporto em Nova York, prestes a se aposentar. No seu último dia de trabalho, ele detém um grupo de latino-americanos e, tomado pelo preconceito, coloca-os em situações constrangedoras, sem pensar em possíveis consequências.
       Alguns anos depois, os papéis se invertem e Marshall é agora um estrangeiro no Brasil. Obcecado pela vontade de encontrar uma criança no sertão nordestino, ele segue em sua jornada, acompanhado pela garota de programa Bia (Cristina Lago).
       Olhos Azuis é dirigido por José Joffily, de Quem Matou Pixote? e Achados e Perdidos. O longa ganhou os prêmios de Melhor Filme, Roteiro, Montagem, Atriz, Ator Coadjuvante e Som no II Festival de Paulínia (2009).


Atores de 'Olhos azuis' falam das diferenças entre Brasil e EUA

Do site JB Online, por Jornal do Brasil

       David Rasche e Irandhir Santos. O primeiro é um americano que ganhou fama no Brasil nos anos 80 parodiando Dirty Harry com a série Na mira do tira. O segundo nasceu em Pernambuco, e firma-se como um dos valores crescentes do cinema nacional. Trajetórias distintas, com dois pontos em comum: ambos ganharam ex aequo o prêmio de Melhor Ator no último Festival de Cinema Brasileiro de Paris, e ambos dividem a cena em Olhos azuis, drama sobre a imigração dirigido sobre José Joffily, que estreia nesta sexta-feira no Rio. A convite do Caderno B, realizaram um bate-papo sobre seus papeis. Rasche vive um chefe do Departamento de Imigração do aeroporto JFK, em Nova York, que decide comemorar seu último dia de trabalho complicando a entrada de latinos. Santos é um imigrante que tem sua entrada no país barrada por Marshall (Rasche). Mas uma reviravolta trará o intolerante americano ao Brasil – em busca de redenção.

>> Irandhir Santos | David Rasche pergunta:
 
Para você, qual a imagem que os brasileiros têm dos norte-americanos?

Uma imagem relacionada ao poder, ao desenvolvimento econômico, à riqueza. Mas ao mesmo tempo, é uma imagem manchada pela prepotência e pela intolerância.

E a imagem inversa? Como você imagina que os americanos enxergam vocês, brasileiros?

Nunca estive nos Estados Unidos. Mas acredito que seja uma imagem de um povo, em sua essência, festivo.

Acha que 'Olhos azuis' fala sobre esses preconceitos? Se sim, de que forma?

Eu creio que Olhos azuis fala de temas importantes como a difícil situação do imigrante, a relação de poder entre os americanos e as pessoas que querem morar lá, e a nação como pressuposto de criminalidade, de terrorismo. Esses são os pontos importantes abordados no filme.

Você já havia trabalhado com profissionais americanos antes de 'Olhos azuis'?

Não, nunca. Vocês foram os primeiros e a experiência foi ótima. Espero repeti-la.

Suas impressões sobre os americanos mudaram ou continuaram as mesmas depois dessa experiência?


O contato com os colegas americanos resultou em uma experiência extremamente prazerosa de aprendizado mútuo. E ninguém permanece o mesmo depois de algo assim. Agora não sou mais o mesmo.

Qual você acha que será a reação do publico para a historia de um americano que após cometer um erro busca a redenção?

Difícil dizer. Para mim, só acredito que a redenção se dáa partir do encontro de Marshall, o seu personagem, com a menina, filha de Nonato, meu personagem. Porque naquele momento as diferenças se acabam.

Qual você acha que será a diferença de reação entre brasileiros e americanos ao assistirem ao filme?

Para os brasileiros, a identificação direta com a dor sofrida não só por Nonato mas pelos latinos. Em relação aos americanos, acredito que, ao assistir ao filme, vão se perguntar: por que será que um latino-americano, de um país tão festivo como o Brasil, resolveu fazer um filme dessa maneira? Entende?

Você chegou a ficar confuso no set, onde se falavam três línguas diferentes?

Sabe que não? Não fiquei confuso. Até porque começou a ter outro tipo de linguagem lá. A linguagem do cinema.

Qual você considera a melhor parte da minha performance no filme? Você não precisa responder esta...

Essa pergunta é ótima! Sem dúvida, foram as farpas atiradas por seu personagem, que desestabilizam por completo o meu personagem.

>> David Rasche | Irandhir pergunta:


Durante as filmagens no Brasil, você chegou a ser reconhecido pelas pessoas que lembravam do seriado 'Na mira do tira'?

Sim, o que me surpreendeu. Nas ruas do Rio, as pessoas lembravam de mim não só por causa da série, mas também por filmes que fiz. Não sabia que Na mira tinha sido tão popular.

Marshall, seu personagem, é cheio de preconceitos contra os latino-americanos. Qual é sua visão pessoal sobre nós, latinos?

Amei o Brasil e os brasileiros. São calorosos, lindos, divertidos, inteligentes e criativos. Sim, meu personagem era cheio de preconceitos, e como costuma acontecer, seus preconceitos vinham da inveja; ele se ressente, por exemplo, do fato de o turista brasileiro ganhar mais dinheiro que ele. O coração de Marshall era cheio de decepções e ódio, ele era cruel e e muito de sua atitude é característica da xenofobia dos americanos. Mas o que faz do filme tão interessante é que a história não se resume a “Marshall é ruim e os brasileiros são bons”. A vida é muito complexa e o certo e o errado raramente estão em lados totalmente opostos. Não sei se é fácil para os brasileiros aceitarem que o americano, no fim das contas, não era de todo mau.

Como os brasileiros encaram os americanos?

Bem, meu personagem é o “Americano feio”, que encarna todas as características negativas que tantos associam aos Estados Unidos. E a produtora do filme, Heloisa Rezende, me disse que as pessoas da equipe temiam que eu, na vida real, fosse exatamente como o personagem. No final acho que eles ficaram surpresos ao ver que tinham um amigo nas mãos, e não um inimigo.

E o inverso? Como o brasileiro é visto pelos americanos?

Não conhecemos o suficiente sobre o Brasil ou sobre os brasileiros. Muito do que sabemos sobre você vem da música. Mesmo antes de eu vir ao Brasil, a bossa nova era meu estilo musical favorito. Chico Buarque, Baden Powell, João Gilberto, Caetano Veloso...

Acha que aprendeu algo com a experiência de trabalhar com um elenco multinacional?

Fiquei muito, muito impressionado com todos. Podemos falar línguas diferente, mas compartilhamos da mesma disciplina. Aprendi que a América Latina está cheia de artistas maravilhosos.

Qual a principal diferença de estilo entre os diretores americanos e o trabalho de José Joffily?


Joffily colabora muito com os atores. Está sempre aberto a qualquer ideia. No fim, a decisão é dele, mas em vez de excluir as ideias dos outros, ele as inclui. Isso faz com que todos se sintam um pouco responsáveis pelo resultado final. Não conhecia sua obra antes, mas agora estou bem familiarizado com seus filmes.

Atores de “Olhos Azuis” passeiam pela Estátua da Liberdade

Do site Última Hora Cultura, por Valmir Moratelli.

       No filme “Olhos Azuis”, Marshall (vivido por Rasche) é o chefe do Departamento de Imigração do aeroporto JFK, nos Estados Unidos. Ele está prestes a se aposentar e decide começar a comemorar no último dia de trabalho, juntamente com seus colegas. Após beber, complica a entrada de imigrantes no país. Entre eles está Nonato (Irandhir Santos), seu alvo predileto, que faz com que ele viaje ao Brasil. No caminho ele conhece Bia (Cristina Lago), uma prostituta que o ajuda em sua busca.
       Curiosamente, o passeio feito de barco até a famosa estátua, símbolo dos americanos, passa por um “museu da imigração”. “Vim com meu amigo, ele queria que eu conhecesse este lugar. É muito bonito”, disse Cristina, que é natural de Rondônia e interpreta sua segunda personagem no cinema. A primeira foi em “Maré – Nossa História de Amor”.

       
       A reportagem do iG acompanhou com exclusividade os atores neste passeio, ao longo da tarde. Por cerca de duas horas - contando a longa espera em imensas filas, a partir do extremo sul de Manhattan, é possível pegar um ferry boat (ao custo de 17 dólares, por pessoa), atravessar a baía e chegar aos pés do monumento que, por muitos anos, durante o começo do século passado, foi o cartão de boas vindas aos imigrantes europeus que chegaram à América rumo a uma nova oportunidade de vida.
       Durante o trajeto, Rasche foi explicando à colega brasileira sobre a história da ilhota que abriga a estátua. Cristina fez questão de posar em frente ao cartão postal tão conhecido pelo mundo todo.
       David Rasche é um famoso ator da televisão americana. Nascido no estado de St. Louis, em Missouri, ele já fez seriados como “Ugly Betty”, “All my children”, entre outros. No cinema, esteve no elenco de “United 93” (2006), além de diversos outros trabalhos.
 

quarta-feira, 19 de maio de 2010

"Hermanos" camaradas

O GLOBO: Segundo Caderno, 18 de maio 2010.

Com seu cinema num ótimo momento,atores argentinos participam de cada vez mais filmes brasileiros.
 
 Clique na imagem para ampliar.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Lei de imigração no Arizona causa polêmica nos EUA e no mundo

Lei de imigração promulgada no final da semana passada está causando polêmica nos Estados Unidos e no mundo. Há preocupação de que a medida seja insconstitucional e incentive o racismo e o preconceito.

Em uma das redes de relacionamento mais difundida entre os americanos - o Facebook - já existe uma manifestação contra a lei "1 MILLION Strong AGAINST the Arizona Immigration Law SB1070" que já conta com 813,988 membros. E também está circulando na internet uma petição a favor boicote ao estado do Arizona, o "Boycott arizona!"

O presidente Barack Obama também já criticou a medida, que foi foi classificada como "discriminatória, particularmente contra a população latino-americana" pelo secretário geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza.

Leia as notícias disponíveis online:

"A lei que criminaliza a imigração ilegal promulgada há cerca de uma semana no Arizona «está mal concebida» e poderá provocar que americanos de origem hispânica sejam assediados pela polícia sem necessidade, afirmou o presidente Barack Obama" Sol Sapo

"Arizona enfrenta boicotepor causa de lei de imigração" Globo Online

"O secretário geral ibero-americano, Enrique Iglesias, também criticou a lei, chamando-a de "dramática" e dizendo que pode resultar em 'graves violações dos direitos humanos'." Folha Online

"O Departamento de Justiça dos Estados Unidos confirmou que estuda a medida perante a possibilidade de que seja nticonstitucional." Estadão Online

"O líder (B. Obama) prometeu pressionar a favor de uma reforma migratória exaustiva para que não haja "o tipo de má legislação que vemos no Arizona ou, o outro extremo, meio milhão de ilegais entrarem no Estado sem nenhum tipo de controle". Terra Notícias

"Os críticos da lei, que provocou muitos protestos nos Estados Unidos, México e países da América Central, afirmam que o texto provocará discriminação racial, já que as autoridades teriam o poder de deter qualquer pessoa que pareça um imigrante ilegal, mesmo que não seja suspeita de nenhuma atividade ilegal." Último Segundo - IG

Toda esta polêmica só reafirma o quanto é latente a discussão trazida no filme de José Joffily, Olhos Azuis, exibido ontem na "Brazilian Night" do Festival de Cinema de Chicago, sobre o tema-problema da imigração no eixo Ámérica Latina x EUA.

O filme estreia em 28 de maio no Brasil. Sigam @olhosazuisfilm no Twitter! 

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Quando o sonho vira pesadelo

Em Olhos Azuis, José Joffily reconstrói uma parte - talvez a mais esperada - da viagem daqueles que sonham em viajar nos Estados Unidos: a entrada no país.

Nos minutos que precedem o primeiro passo em solo americano fora do aeroporto o coração está acelerado, as emoções a flor da pele. Afinal, estas pessoas se dedicaram muito tempo para conseguir pagar o bilhete aéreo e conseguir reunir todos os outros documentos necessários para conseguir a permissão de entrar no país. Porém, nem sempre ter os documentos "OK" é garantia de que vá correr tudo bem.

Existem diversos fóruns de discussão e mesmo de ajuda para aqueles que querem fazer esta viagem. No site de relacionamentos mais acessado do Brasil, o Orkut, há comunidades em que as pessoas trocam todo o tipo de informações, desde o que se pode levar nas malas, o que não se deve levar, onde e como preparar o visto, custos, prazo, melhores cidades para se viver lá... Tudo! Há realmente um grupo de interessados organizados em "fazer acontencer" este sonho. Interessante também é perceber que após cruzar esta fronteira, muitas pessoas voltam a comentar nestas comunidades, trazendo depoimentos sobre a felicidade de estar lá e, certamente, excitando ainda mais a imaginação daqueles que ainda estão tentando conseguir visto.

Há quem queira ir para lá estudar, há quem queira ir para trabalhar e há aqueles que, independente do que vão fazer lá, almejam viver nos Estados Unidos da América. 

Esta vontade tão urgente de tentar a vida lá, muitas das vezes, levou pessoas a tentarem a travessia ilegal pelo México. Em 2005, a Rede Globo produziu e exibiu a telenovela "América", escrita por Glória Perez, que mostrou um pouco deste ideal quase "fanático", de pessoas que a qualquer preço querem ir viver nos Estados Unidos para tentar lá uma vida melhor.

A novela causou polêmica entre brasileiros que já viviam nos Estados Unidos, como se pode ler nesta matéria da BBC Brasil, dividindo a opinião: alguns se identificavam com o drama vivido pela personagem Sol (Débora Secco) e outros criticavam o que consideravam exagerado nas dificuldades que a personagem enfrentou.

Histórias reais, parecidas com as de Sol e dos latino-americanos do filme de Joffily é que não faltam. O filme Olhos Azuis, que vai para as telonas em 28 de maio, mostra toda a tensão já dentro do departamento de imigração americano, a barreira enfrentada por quem tenta fazer a entrada pela porta da frente, mas há também muitos relatos e notícias de pessoas que passaram por situações quase inacreditáveis ao tentar fazer a travessia ilegal, via México, como a jovem brasileira da notícia abaixo:

BBC Brasil:
Paulista teve que nadar e correr por duas noites

Quando pegou o vôo de São Paulo para o México, no dia 9 de maio, a paulista Daniela, 21 anos, nem imaginava como seriam seus próximos dias. Ela queria morar nos Estados Unidos e, depois de ter o visto americano recusado pelo consulado, achou que tinha um bom plano para entrar no país.

Daniela estudava inglês na cidade onde mora, no interior do Estado, e achava que nunca seria fluente no idioma se não passasse uma temporada nos Estados Unidos.

Estimulada por amigos que já viviam no Texas, ela decidiu arriscar a travessia ilegal via México, a exemplo do que fez uma amiga, alguns anos atrás. Daniela pagou um agenciador – um "coyote", como eles são conhecidos aqui nesta região da fronteira – para organizar a travessia de carro por uma das pontes que cortam o Rio Grande, na divisa do México com o Estado do Texas.

Mas a travessia fácil que ela tinha planejado – e pela qual combinou que pagaria US$ 2,7 mil – não aconteceu. Ela teve que atravessar o rio a nado.

"Quando me contaram que teria que nadar, pensei que fosse um córrego, com água até a cintura", contou Daniela. Bem diferente disto, o Rio Grande é estreito, mas é fundo, rápido, com uma correnteza perigosa, que às vezes não é vista da superfície.
Pacote turístico
A viagem começou com um pacote turístico para Cancún, com conexão na Cidade do México. Fazendo a rota de milhares de brasileiros todos os anos, ela não despertou desconfiança dos oficiais de Imigração que carimbaram seu passaporte na capital mexicana.
Mas Daniela não pegou o avião para Cancún. Ela passou o dia no aeroporto e no fim da tarde tomou um outro, para Reynosa, na margem mexicana do Rio Grande, divisa com os Estados Unidos.
 Eu não escolhi passar por isso. Pensei que fosse passar de carro, e no caminho tudo foi mudando.
Daniela
Foi aí que começaram as dificuldades. Única não mexicana do vôo, Daniela foi colocada numa sala e questionada durante várias horas por funcionários da Imigração de Reynosa, que só a liberaram quando o aeroporto estava para fechar, depois de pedir US$ 300. O tempo todo ela disse que estava na cidade para visitar amigos.
O pagamento de propinas a oficiais de Imigração mexicanos foi relatado ao cônsul brasileiro em Houston, Milton Torres da Silva, por vários brasileiros presos nos centros de detenção aguardando deportação para o Brasil.
"Eles me contaram que foram subornados por pessoas de farda, alguns já no aeroporto da Cidade do México", disse o cônsul.
Do aeroporto, Daniela foi levada ao Hotel Conchita, por um taxista arranjado pelo funcionário de Imigração, que não cobrou a corrida e fez questão de levá-la até a porta do quarto.
Ela recebeu telefonemas de um outro agenciador, oferecendo-se para levá-la até os Estados Unidos, mas a aventura começou mesmo quando ela foi contactada pelo coyote com quem tinha combinado a viagem, ainda no Brasil.
Só aí ela ficou sabendo que não atravessaria a ponte de carro, como tinha sido combinado, mas a nado. "Minha mãe queria que eu voltasse, mas eu resolvi seguir assim mesmo, porque não me dei conta do perigo e das dificuldades", contou.
Pneu de caminhão
Ela atravessou o rio, com a ajuda de uma câmara de pneu de caminhão. Eram duas mulheres, quatro homens e dois coyotes. "Atravessamos o rio e depois corremos, corremos até que não aguentei mais", contou.
Rio em Reynosa, fronteira México-Estados Unidos
Imigrantes combinam travessia de carro mas precisam cruzar fronteira a nado
Depois de andar e correr a noite inteira, foram recolhidos por uma pessoa de carro, que os levou até um hotel, onde passaram o dia sem poder sair do quarto.
Na noite seguinte, andaram de carro por uma hora e passaram outra noite andando e correndo por uma trilha no mato, na beira da estrada.
"De manhã chegamos a uma parada de caminhão, onde descansamos um pouco, veio um carro que nos levou até outro hotel. Depois veio uma perua que nos levou até Houston", contou Daniela.
"No total a viagem durou dois dias e duas noites. Dois dias escondida no hotel e duas noites andando."
Quando finalmente chegou a um local que considerou seguro, Daniela ficou uma semana de cama, delirando à noite, pensando nos perigos pelos quais passou. "É muito perigoso. Eu tive sorte, mas não aconselho ninguém a passar por isso", diz ela. (...) continua aqui
Esta notícia, como o depoimento de Jairo Macedo Sierra sobre a experiência de sua amiga com a imigração inglesa que reproduzímos aqui neste blog é outra história que parece filme. Quase inacreditável, não? 






Não perca de vista: Olhos Azuis - 28 de maio, nos cinemas.


Confira o trailer.