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quarta-feira, 2 de junho de 2010

Daiblog entrevista Irandhir Santos

Do Daiblog, postado por Michel Toronaga, em 02 de junho de 2010.

O pernambucano Irandhir Santos interpreta Nonato, o corajoso emigrante brasileiro que encara Marshall, chefe da imigração americana em Olhos Azuis. O ator fez sua formação em artes cênicas na Universidade Federal de Pernambuco, do teatro ingressou na televisão, onde trabalhou na minissérie A Pedra do Reino. Sua estreia em longa metragem foi em Cinema, Aspirinas e Urubus, depois veio Baixio das Bestas, com o qual conquistou o Troféu Candango de melhor ator coadjuvante no Festival de Brasília de 2006. Em 2009 atuou no filme Besouro. Também fez o curta Décimo segundo e o longa Amigos de risco.


No inicio de 2010, pôde ser visto também como o protagonista do longa Viajo Porque Preciso, Volto Porque te Amo, de Karim Ainouz. Sua atuação em Olhos Azuis foi premiada no Festival de Paulínia, 2009. Em maio deste ano, Irandhir estreou também o filme Quincas Berro D´Água, adaptação para a cinema do livro de Jorge Amado. Atualmente, o ator está filmando Tropa de Elite 2. Leia agora uma entrevista com o ator falando sobre Olhos azuis.
 
 
 Irandhir em Décimo segundo
Varias línguas

Minha formação foi em teatro, onde é possível experimentar mais. Em cinema é tudo corrido, mais matemático, tem que ter mais concentração. Repetir a mesma cena com a mesma intensidade, sem perder a emoção. Mas o maior desafio desse papel foi sem dúvida interpretar em inglês. Inglês sempre foi um problema, desde o tempo da escola. Porque não tinha motivação para estudar como deveria. Mas o engraçado é que eu sempre soube que um dia precisaria do inglês. Até que um dia liga a Helô (produtora do filme) e me convidada para interpretar o papel. Nesse momento ela diz: tem uma questão, você tem que interpretar em inglês. Então eu tive que voltar para a escola. Ela disse: você tem 3 meses para se preparar.

Se tive dificuldades no inglês no passado, por outro lado, sempre encarei os desafios da vida. Então pensei: em 3 meses o Nonato estará pronto. E assim foi, o aprendizado continuou durante a filmagem. No set, tive a ajuda do Joffily, do David Rache, da Erica Gimpel e do Frank Grillo, os atores americanos. Depois de alguns dias rodando, ensaiando o clima tomou conta do set, o inglês foi ganhando força e eu fui assimilando. Tem ainda o espanhol, o Nonato fala portunhol. Na verdade, na sala de espera da imigração existe uma tentativa de comunicação, as pessoas se comunicam de várias formas, há outras linguagens presentes ali, talvez até mais significativas do que a verborragia.
 
 
 O ator em Quincas Berro D'água
Cumplicidade

Calypso, a cubana que fica detida juntamente com Nonato e o outros latinos na ante-sala da imigração americana, é a personagem mais próxima do brasileiro. Os dois estão em situação parecidas, talvez para ela seja mais difícil, porque é a primeira vez que ela viaja para os Estados Unidos. Para Nonato é mais tranquilo, ele está mais preocupado com seu tempo. Ele quer aparentar ser um homem de negócios. Naquela sala ele encontra uma cumplicidade com Calypso. Às vezes não há palavras. Eu e Branca (Messina) que interpreta a Calypso, conversamos sobre isso, às vezes basta um olhar. O que vem dos outros personagens em relação ao Nonato são coisas muito desumanas. Os policiais estão atirando o tempo todo, são outros sentimentos, mas estes também ultrapassam a barreira da língua.
A construção de Nonato

A partir de uma palavra: emigração. Uma pessoa que vai sempre em frente, que se estabelece.Nonato saiu de Petrolina, superou dificuldades para ir até o Recife estudar história, depois vai para os Estados Unidos. Lá ele se estabeleceu, sempre seguindo em frente, trilhando um caminho reto. Até que chega uma pessoa e diz: pare por aí. Daqui você volta. Desconsidera todo o seu passado.
 
Ao lado de Branca Messina no drama Olhos azuis

Dentro da bolsa que Nonato carrega está a filha,a mãe e a sua história. É difícil você abrir mão da sua história. Confesso que me detive no Nonato do aeroporto e em um passado que o motivasse a ir para os EUA. Mas tem o outro Nonato. Na imigração ele está constantemente preocupado, transpira, tem rugas na testa. Quando está no Recife é um Nonato relaxado, sorridente, seu tempo é mais devagar, observa, sente o clima, aproveita o sol, o mar, a filha.

No primeiro interrogatório, Nonato se expressa com um inglês perfeito. Mas à medida que vai sendo pressionado, seu inglês vai piorando. Sua emoção vai crescendo quando se sente atingido,aí retoma a língua mãe, o português. No momento da virada, precisa se fazer entender, então Nonato volta para o inglês perfeito. São várias trajetórias desse personagem. 
 
 
Cena de Amigos de risco
Olhos Azuis fala do ser humano

A cor azul representa a memória. Para o Nonato e para mim também. Quando acordo, lembro dos meus sonhos com a cor azul. O meu passado também é azul. A cor está presente nos olhos de duas pessoas significativas na vida dele: o policial, esse monstro que diz, você não vai em frente e a filha, que é o há de mais precioso para ele. Duas pessoas com cores iguais em seu olhos, mas que trazem emoções totalmente diferentes. Marshall e Luiza. Como podem ser iguais e diferentes ao mesmo tempo? Estamos falando das mesmas pessoas.


Esse filme fala das mesmas pessoas, somos iguais, independente da cor, ou dos olhos, somos iguais. Pessoas iguais e diferentes. Muda-se a cor, mas os infortúnios são os mesmos. todos são iguais, as questões são as mesmas. Não é uma questão de país ou de cultura. É uma questão humana. Como lidar com os nossos infortúnios? Nonato volta a ser um animal, ao seu instinto de sobrevivência e defesa. Volta ao que todo homem tem, seja em que país for, independente da cor dos olhos, da cor da pele. Esse filme fala sobre o homem. São as conseqüências da vida.
 
 
Irandhir Santos em Besouro
Imagens e cores

Meu personagem tem uma câmera, então o fotógrafo do filme, Nonato Estrela, me perguntou: o que o seu Nonato filmaria? Acho que Nonato sai captando a imagem dos pés de sua filha, sua filha correndo, a praia de Boa Viagem, os momentos de carinho com Luiza.


Assisti a uma reportagem sobre segurança nos aeroportos e ali surgiu a ideia das cores. Para demonstrar os níveis de atenção, eles usam cores. Por exemplo, alerta laranja, alerta vermelho, etc. Eu peguei essa referência como guia das emoções das cenas que faria. Então tenho cenas amarelas e quando começa a incomodar passo para as cenas laranjas até chegar o “pega pra capar”, as cenas de vermelhas.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Irandhir Santos é 'o cara', e a cara da vez no cinema nacional

G1 - Pop e Arte, por Ronaldo Pelli, maio 2010

Onipresente nas telas, ator se junta ao time de Nachtergaele e João Miguel.
Ele está em 'Quincas Berro Dágua', 'Olhos azuis' e 'Tropa de elite 2'.

Você talvez não se lembre de imediato do nome Irandhir Santos, mas certamente o rosto do ator vai ficar cada vez mais familiar para quem acompanha o cinema nacional. Só neste mês, ele está nos filmes “Viajo porque preciso, volto porque te amo”, já em cartaz, em “Quincas Berro Dágua”, que estreia na sexta (21) e em “Olhos azuis”, que chegará às telas no dia 28.

Além desses, Irandhir também faz um dos principais papéis de “Tropa de elite 2” - longa que é aposta de sucesso nas bilheterias - e já se prepara para filmar no segundo semestre “A febre do rato”, novo projeto do diretor Claudio Assis.

Irandhir (esquerda) carrega 'Quincas' (Paulo José) junto com Flávio Bauraqui (Foto: Divulgação)

Mesmo assim, ele não se acha "o cara” da vez no cinema. “Sou apenas o cara que está gostando de fazer cinema”, diverte-se. O acanhado pernambucano, que começou a aparecer para o Brasil em “Cinema, aspirinas e urubus” (2005), do conterrâneo Marcelo Gomes, repete uma trajetória de outros atores, como Matheus Nachtergaele, João Miguel e Dira Paes. Todos tiveram suas fases e foram "a cara” do cinema nacional nos últimos anos.

Em “Quincas”, interpreta o cabo Martim, que comanda a tropa de amigos boêmios de Quincas, vivido por Paulo José, que vão levá-lo para passear pelas ruas de Salvador, mesmo morto.

“O ‘Quincas’ foi desafiador porque foi feito todo em noturna. A gente passou quase oito semanas filmando à noite, trocou o dia pela noite. Isso, fisicamente, era difícil de fazer, mas teve uma força de vontade da equipe, com o grande motor da equipe sendo o Paulo José. Ele veio com uma energia especial para esse projeto e contagiou todo mundo”, explicou Irandhir


Cinema: uma necessidade

Curiosamente, a sua entrada no cinema foi por uma questão de necessidade. Filho de um bancário que se mudava constantemente, Irandhir explica que eram raras as salas de cinema nas pequenas cidades do interior. O jeito para se aproximar dos filmes foi, então, participar de um deles.
“Desde criança gosto de cinema, sou um grande espectador. E quando eu tive a primeira oportunidade, comecei a fazer os filmes.”
Talvez por essa infância nômade, ele goste tanto de ficar em casa, e nem pensa, por enquanto, em sair de Recife.

“Hoje independe o lugar onde você vive. Não é determinante morar no eixo efervescente, onde se encontram as produções. Com a experiência que venho tendo, descobri em mim o prazer de permanecer. De viver as histórias que eu tenho aqui da minha terra.”


Em 'Tropa 2', Irandhir faz um professor que luta pelos direitos humanos (Foto: Divulgação / Alex Lima)

Local, universal

O Nordeste é tão presente para Irandhir que aparece em sua obra até em seu primeiro e único, por enquanto, trabalho para a TV: ele foi o Quaderna, protagonista da série “A pedra do reino”, projeto do diretor Luiz Fernando Carvalho.
“Foi um período especial na minha vida com imersão no trabalho muito forte. Devido à característica do Luiz Fernando Carvalho de trabalho. Ele nos levou para o sertão da Paraíba onde passamos quase cinco meses, dentro do que seria o seria o cenário, na cidade narrada no livro de Ariano Suassuna, cercado de profissionais, que eram verdadeiros professores. Me senti numa segunda universidade”, diz Irandhir que é formado em Artes Cênicas.


Mas, apesar de ressaltar bastante as raízes, Irandhir acredita que, quanto mais se explora essas mesmas raízes, mais se é universal. E usa o próprio Ariano Suassuna, a quem considera como uma espécie de ídolo, para explicar o seu raciocínio.
“Gosto muito do jeito que Ariano escreve, tão fiel às suas raízes, mas tão profundo, que extrapola os limites. Ele foi o início. Ele que povoou a minha mente na adolescência. Foi ele o responsável por estar pisando num palco, nas primeiras peças que fiz na escola e até amadoras: foram textos de Ariano.”
Ariano, porém, não é o único a quem Irandhir considera capaz de falar, ao mesmo tempo, sobre o local e o universal. O “Quincas”, de Sérgio Machado, também é um exemplo.

“O que eu gostei muito é que (o filme) é a cara da Bahia, mas ele vai tão profundo na raiz dele que levanta temas universais. Amizade, o filme é uma grande celebração à vida, e o Sérgio (Machado) pontua muito bem isso. Para os atores que não eram de lá, foi o grande gancho para a gente se sentir à vontade nessa história.”

'Olhos azuis' traz Irandhir como imigrante ilegal nos Estados Unidos. (Foto: Divulgação)

Mesmo “Tropa de Elite 2” tem essa característica para ele. Seu personagem, o professor de história Diogo Fraga bate de frente com a política de segurança pública do Rio de Janeiro. Defensor dos direitos humanos, Diogo é contra todo mundo que for a favor da estrutura política vigente fluminense – inclusive aí um tal de capitão Nascimento.


“O meu personagem vem para dizer que há outras forças de resolver a criminalidade além da violência. Que o narcotráfico, sim, é um problema, mas que a polícia também acaba sendo um problema quando ela quer resolver tudo na medida força. E é também um problema que extrapola o estado do Rio de Janeiro.”

Fronteiras

Outro filme que fala sobre a questão das fronteiras – mas dessa vez, literalmente – é o longa “Olhos azuis”, de José Joffily. Nele, Irandhir é Nonato, um emigrante brasileiro que mora nos EUA e tenta entrar no país que adotou, mas encontra um policial que implica com ele.
“Nunca fui aos EUA e nunca vivi uma experiência parecida com o filme, mas tenho relatos de pessoas próximas. O próprio Joffily me fez conhecer algumas pessoas que passaram por isso.. Como é difícil essa questão do imigrante, do estrangeiro lá fora”, questiona, para completar: “Diferente do Nonato, eu vou para outros estados, trabalho e volto. Aqui que eu permaneço”.
“Aqui” bem que poderia ser o cinema.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

O novo cara do cinema nacional

Diário de Pernambuco - Recife /PE, maio






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terça-feira, 4 de maio de 2010

Maio é também o mês do Irandhir Santos

Irandhir Santos deve estar feliz da vida com este mês se iniciando. Maio é um grande mês para o ator que vai para a telona em dois grandes filmes do cinema nacional....

Sobre o trabalho em Olhos Azuis o ator confessa: "maior desafio desse papel foi sem dúvida interpretar em inglês. Inglês sempre foi um problema, desde o tempo da escola. Porque não tinha motivação para estudar como deveria. Mas o engraçado é que eu sempre soube que um dia precisaria do inglês. Até que um dia liga a Helô (produtora do filme) e me convidada para interpretar o papel. Nesse momento ela diz: tem uma questão, você tem que interpretar em inglês. Então eu tive que voltar para a escola. Ela disse: você tem 3 meses para se preparar."

Agora respira e sorri aliviado, Irandhir! Seu premiado trabalho em maio invade os cinemas! Um presente para o público, o resultado do esforço e dedicação do ator pernambucano que no filme de José Joffily interpreta Nonato, um corajoso brasileiro que dentro do tenso território da migra americana encara Marshall (David Rasche), o bulldog de plantão nos portões da "América", pronto e disposto a fazer de tudo para impedir que os cucarachas latinos entrem em seu país.


- Postado originalmente em Sônia Lopes Comunicação e Marketing, maio 2010.

Maio será sem dúvida um mês inesquecível para ator pernambucano Irandhir Santos. Ele estará nas salas dos cinemas com três longas metragens. Quincas Berro D’água que fez sua pré-estréia na mostra no Cine PE Festival do Audiovisual 2010, sábado (1º), no Centro de Convenções. No dia 7 entra no circuito nacional com “Viajo porque preciso, volto porque te amo” de Marcelo Gomes (Cinema, aspirina e urubus) e Karim Aïnouz ( Madame Satã). E no dia 28, Olhos azuis chega às telas dos cinemas, filme de José Joffily que lhe rendeu o prêmio de melhor ator coadjuvante no festival de Paulínia \SP.
Quincas Berro D’água - O filme é baseado na obra de Jorge Amado, conta a história de do ex-funcionário público Quincas Berro d’Água, considerado o rei dos botecos, bordéis e gafieiras da Bahia. Ele é encontrado morto em sua cama. Inconformados com sua morte, seus melhores amigos “roubam” o corpo e o levam para uma última noite regada a festa e muita bebida. Em meio a mil confusões, Quincas “vive” a sua segunda e definitiva morte, desta vez como sempre sonhou. O filme tem direção de Sérgio Machado, pro dução Video Filmes, Globo Filmes, Miravista e elenco formado por Paulo José( Quincas) Marieta Severo ( Manuela), Mariana Ximenes ( Vanda), Irandhir Santos (cabo Martins) Flávio Bauraqui (Pastinha), Luis Miranda( Pé de Vento) e Frank Menezes (Curió).
Viajo porque preciso, volto porque te amo - É uma narrativa ficcional, experimental. É uma observação poética sobre o Sertão a partir de uma pessoa que está viajando e vive uma desilusão amorosa. Irandhir é Zé Renato, geógrafo que viaja a trabalho lidando com o fora que levou no amor e narra a história a partir da viagem pelo Sertão. A direção de Marcelo Gomes e Karim Ainouz.
Olhos azuis - Olhos Azuis, um filme de José Joffily: Marshall (David Rasche) é o chefe do Departamento de Imigração do aeroporto JFK, em Nova York. Comemorando seu último dia de trabalho, Marshall resolve se divertir complicando a entrada no país de vários latino-americanos. Entre eles está Nonato (Irandhir Santos), um brasileiro radicado nos EUA, dois poetas argentinos, uma bailarina cubana e um grupo de lutadores hondurenhos. Dois anos depois, Marshall vem ao Brasil procurar uma menina de nome Luiza. Quando ele conhece Bia (Cristina Lago), uma jornada em busca de redenção se inicia. Olhos Azuis foi o grande vencedor do II Festival Paulínia de Cinema com seis prêmios, incluindo o de Melhor Filme.
Fonte: Comunica Produções. Imagem: Irandhir (D) com o também ator pernambucano Flávio Rocha (E) durante evento no Recife.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Maio: Irandhir Santos em dose dupla

Esta semana rolou no Rio de Janeiro a pré-estreia do filme "Quincas Berro D'Água", o segundo longa de ficção do diretor Sérgio Machado, inspirado em uma das obras mais populares do querido escritor baiano Jorge Amado, um dos brasileiros mais traduzido em todo o mundo. Salve Jorge!

O filme foi exibido pela primeira vez no Rio de Janeiro em uma sessão especial para blogueiros, muito bacana, e arrancou muitos aplausos do público que já se sentia em casa, ou melhor, no bar (!) com o incurável boêmio e dono do flme, que nem depois de morto quis sair da farra.

No filme, o ex-funcionário público baiano Quincas Berro d’Água é encontrado morto em seu quarto. Seus melhores amigos, inconformados com a morte do "painho", roubam o corpo do companheiro do velório com a família e o carregam pelas ruas de Salvador para uma última noite farra, bebida e confusão!  

A pré-estreia foi uma festa, bem ao gosto do anfitrião e com direito a muitos flashes! As fotos dos convidados cariocas com o espirituoso Quincas - na telona, interpretado pelo grande Paulo José - já podem ser conferidas no site do filme.

No filme também encontramos o nosso ator Irandhir Santos (o Nonato de Olhos Azuis), em uma interpretação brilhante, na pele de um dos fiéis amigos do beberrão, o simpático Cabo Martim. Ao seu lado encontram-se outros hilários companheiros de copo, de vida e de morte do rei dos botecos de Salvador - Pastinha (Flávio Bauraqui), Pé de Vento (Luis Miranda ) e Curió (Frank Menezes). Que figuras!



Marieta Severo, Mariana Ximenes e Vladmir Brichta também participam da festa! Parabéns a toda equipe e elenco do Quincas Berro D´Água pelo belíssimo trabalho!

E parabéns também a Irandir Santos, que em maio vai para as telonas com duas grandes estreias. Dia 14/05, com Quincas Berro D´Água, essa deliciosa comédia com que Sérgio Machado presenteia o cinema nacional  e, finalmente, dia 28/05, mudando radicalmente de gênero, no estrepitoso e emocionante suspense de José Joffily, Olhos Azuis.

Um brinde!!!


Não perca as estreias nacionais de maio nos cinemas. Se "Quincas" promete muitas risadas numa história impressionantemente bem contada, o trillher de Joffily promete altas doses de tensão! Prepare-se para prender a respiração com a gente em 28 de maio!

Mais informações sobre Olhos Azuis, sinopse, trailer, elenco, depoimentos, prêmios e muito mais no site oficial do filme.